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Blessed brothers. I spoke to the brothers about the struggle and persecution. Urged to take the site the videos yourself encouraged me to put on the site. Very well. It was necessary to take, as I advised, otherwise there would be reprisals if they can be said. I apologize, but soon put other edifying video. Stay in blessing. Soon I will be in these parts. In face to face. In blessing.

51 Artigos sobre o Pacto

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Sinta-se como o cordeiro que Davi arrancou da boca do leão, e entenda isto. Não importa até aonde o diabo, na sua carne, na sua iniquidade, tenha te arrastado. Por mais longe que você tenha sido levado pela sua iniquidade, ainda não é o fim. O nosso Davi celestial (Jesus) te arrancou da boca do leão, e o derrotou, expondo-o ao desprezo. Aleluia. Esta é a vitória que ele te entregou. Você está livre, livre das garras do diabo que se tornou um inimigo derrotado, sendo assim, o pecado já não tem mais domínio sobre você.

Se existe como, e aonde se gloriar, glorie-se nisto: (aqui é o lugar da vitória)

"mas longe esteja de mim gloriar-me senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo" Gl.6:14

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DOUTRINA DO ARREBATAMENTO

PRÉ-TRIBULACIONAL

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     A base para o Período da Tribulação se refere a Israel e não à igreja,. Vamos voltar nossa atenção para os aspectos lógicos e de bom senso, para o arrebatamento antes da Tribulação. Já dissemos que é um ponto irrealista e espiritualmente improdutivo pensar que o Senhor sujeitaria sua amada noiva aos terríveis eventos da Tribulação. E, aproveitando que estamos no assunto da noiva de Cristo, vamos dar uma rápida olhada nos antigos costumes hebraicos de noivado e casamento.

 

     Uma vez que os pais concordassem com o casamento de seus filhos e o noivado formal fosse declarado (o noivado naquele tempo tinha o mesmo vínculo de indissolubilidade que o casamento), o noivo então iria providenciar uma casa para viver com a noiva. Isso, frequentemente levava até dois anos para ser concluído. Enquanto esperava, a noiva permanecia na casa de seu pai, mas vivia em uma "expectativa do retorno do noivo a qualquer momento". Suas malas ficavam prontas, por assim dizer, pois ela ansiava com expectativa pelo dia em que seu pretendido voltaria para ela. Então, quando o noivo finalmente ficava preparado para receber sua noiva, um alegre grupo de celebrantes, juntamente com os "amigos do noivo" - os paraninfos, ou padrinhos, na terminologia atual - vinham à casa da noiva à meia-noite, e um amigo do noivo gritava "Aí vem o noivo!" A noiva, logicamente, devia acordar e abrir a porta para os celebrantes. Nesse ponto, ele acompanhava o grupo festivo até a casa do pai do noivo, onde a cerimônia de casamento ocorria - e depois disso, o casal se mudava para sua nova casa, para uma lua-de-mel que normalmente durava sete dias.

 

     Os paralelos entre o costume hebraico do casamento e o arrebatamento da igreja são inegáveis! A noiva (a igreja) deve esperar a vinda no noivo (Jesus Cristo) na casa de seu pai (este mundo, controlado por Satanás). Quando o noivo volta após um período de separação de dois anos (aproximadamente 2.000 anos até aqui), a noiva é levada para a casa do pai do noivo (a casa do Pai Celestial) onde ocorre a cerimônia de casamento. A lua-de-mel na nova casa (as "moradas" de João 14:2) dura sete dias (corresponde aos sete anos do Período da Tribulação aqui na Terra).

ESTUDOS     LIVROS     PACTO(s)     PERFEITA SAUDE     ISRAEL     ÓLEO DA UNÇÃO     RAQUEL EMERICK

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” (1Cor 15:55)

A maior inimiga da humanidade. 

 

A maior certeza que o homem natural tem é a de que um dia ele morrerá. Isso é um fato. Contra esse doloroso fato os homens lutam com tudo. Tentam prolongar a vida. As indústrias farmacêuticas são as que mais lucram com esse fato, pois mesmo sabendo que a morte é inevitável o homem não se dá por vencido.

 

Enchemos os hospitais em uma última tentativa de salvar as pessoas da morte, ou melhor, adiar o dia da morte. Enchemos as academias procurando melhorar a saúde física. Medicamentos para rejuvenescer, pomadas, cremes antirrugas, pílulas para emagrecimento, cirurgias e métodos e mais métodos para entrar na briga contra o maior e mais temido inimigo, a morte.

 

Ela entra sorrateiramente nos lares, não escolhe idade, e se tem ‘alguém’ que não faz acepção de pessoas esse ‘alguém’ é a morte.

Temida por todos os séculos, ela impõe medo e pavor nos mortais. Ela separa familiares de seus ente queridos, ela traz choro e tristeza para as famílias, ela deixa desesperados os pobres e os endinheirados, ela não respeita classe social, raças, e tanto anônimos e famosos estão sujeitos ao seu domínio. Ela é temida e não tem compaixão.

 

Povos em todas as épocas, sociedades de todos os lugares, das mais avançadas as mais atrasadas já sentiram seu peso e terror. Está por toda a parte aterrorizando os lares e trazendo luto para a humanidade.

 

Temida, implacável e poderosa ela aterrorizava a humanidade e parecia que seu reinado de pavor não teria fim. Entrou no mundo através do pecado provocando males e sujeitando a criação ao seu domínio de lágrimas e pesares. A morte caminhava orgulhosa pela terra, se gabando de não possuir adversário à altura do seu poder.

 

Foi quando um dia, a morte caminhando vitoriosa mais uma vez com uma de suas vítimas sob seu jugo numa das estradas de Naim, cantando uma de suas canções fúnebres e se gabando majestosa sobre sua presa, ela encontrou em seu caminho de dor e tristeza um adversário que a enfrentou frente a frente desafiando o seu poder, que até então era imbatível.

 

Ela deve ter pensado que seria mais um daqueles profetas do Antigo Testamento, Elias e Eliseu, que a desafiava novamente. Realmente Ele era um profeta, ou melhor, O Profeta, e a morte então resolveu que dessa vez não iria ceder tão fácil, bem, ela deve ter pensado assim.

 

Uma multidão acompanhava o cortejo fúnebre saindo pelos portões da cidade, e ao contrário outra multidão passava por aquele portão também acompanhando o cortejo da vida, o embate era inevitável. Foi quando O Profeta por nome Jesus parou o cortejo, movido de íntima compaixão, e bradou, jovem, eu te digo, levanta-te, e o que aconteceu? Ele levantou. Simplesmente isso, ele ouviu Jesus e levantou, e a morte?  A morte sentiu que o seu poder estava ameaçado e sem perceber uma de suas vítimas voltou rapidamente à vida com apenas uma palavra dita por Aquele Homem, levanta-te, contra essa ordem a morte não teve poder, ela teve que recuar.

Com esse acontecimento ficou evidente que o império da morte estava ameaçado, o reinado absoluto da morte estava por um fio, mas ela não desistiria sem lutar até o fim.

 

A cruz foi o seu plano mestre, iriam matar a Jesus e terminar com essa vitória sobre O Profeta que ousou desafia-la. Prenderam, maltrataram, e crucificaram a Jesus.

Ele sofreu humilhação, escárnios, açoites, cusparadas, injúrias, o Rei da Vida estava em terreno hostil e a morte tentava eliminar sua vítima e por um fim a humilhação que andou sofrendo através do poder de Jesus, foi quando naquela cruz Ele morreu, sim Ele morreu.

A morte festejava, e para garantir sua vitória, fechou o túmulo com uma grande pedra, colocou guardas para vigiar sua entrada, lacrou o lugar e achou que sua vitória estava garantida.

 

E quando a morte pensou que havia vencido, ao terceiro dia um grande barulho foi ouvido nas profundezas do império da morte, quando correram pra ver o que havia acontecido, viram que a grande pedra havia sido removida e olhando para dentro do túmulo frio e úmido notaram que estava vazio, uma grande e poderosa luz brilhava, quando ouviram um anjo do Todo-Poderoso dizer a duas mulheres que estavam ali, Por que buscais o vivente entre os mortos?” (Lc 24:5)

 

“Ele não está aqui, porque já ressuscitou,” (Mt 28:6)

 

E a morte? A morte treme diante dessas palavras, o seu reinado de terror terminou. Ela foi vencida. Jesus a derrotou para sempre e todos os que creem em Seu Nome estão a salvo da morte.

 

A grande pedra foi removida, mas não foi para que Jesus saísse do sepulcro, Ele não precisava de ajuda de ninguém para sair de lá. A Pedra foi removida e permanece assim para que eu e você pudéssemos entrar no sepulcro onde Ele jazia e cantar diante da morte: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” (1Cor 15:55)

 

A morte perdeu, e foi para sempre. O seu reinado terminou. Um dia todos nós estaremos juntos novamente, reunidos pelo Senhor da Vida, numa grande ceia, numa grande festa patrocinada pelo Todo-Poderoso Jesus Cristo, onde Ele mesmo enxugará de nossos olhos toda lágrima.

 

Pr. João Carlos Amorim